São Paulo · Brasil
DOOH em São Paulo: a sua marca no caminho de quem faz a cidade andar
Do elevador do escritório na Faria Lima à estação Paulista no fim do expediente: em São Paulo, a mesma pessoa cruza várias telas no mesmo dia. Com a glooh, você escolhe os bairros e as telas onde a sua mensagem aparece, e quantas vezes ela é vista.
- 11,45 mi
- População (IBGE, Censo 2022)
- ≈ 4 mi
- Passageiros do Metrô por dia útil
- ≈ 42 mi
- Passageiros/ano em Guarulhos (GRU)
- 20 mi+
- Passageiros/ano em Congonhas (CGH)
Inventário atualizado em junho de 2026
Os bairros onde suas telas trabalham
Avenida Paulista
Escritórios, bancos, hospitais, museus e várias estações da Linha 2-Verde ao longo da avenida: a Paulista tem público de segunda a segunda, e no domingo ela fecha para os carros e vira passeio. É o endereço para uma marca que quer ser vista por um público misto, de quem trabalha a quem passeia.
Faria Lima e Itaim Bibi
O centro financeiro da cidade, com torres comerciais cheias de elevadores com tela, restaurantes lotados no almoço e um público de executivos e profissionais de mercado. Uma campanha aqui fala com quem decide compras dentro das empresas, e também com quem gasta bem fora delas.
Pinheiros e Vila Madalena
Bairros de bares, ateliês, coworkings e moradores jovens, com movimento forte à noite e nos fins de semana. A estação Faria Lima e a Fradique Coutinho, da Linha 4-Amarela, ligam a região ao resto da cidade.
Berrini e Brooklin
O outro grande polo corporativo de São Paulo, perto de Congonhas e da Marginal Pinheiros. Prédios comerciais com elevadores e lobbies equipados de telas: o público do dia é quase todo de escritório.
Centro (Sé e Luz)
A Sé cruza as linhas 1-Azul e 3-Vermelha do metrô, e a Luz liga o metrô aos trens da CPTM: são dois dos pontos de maior fluxo da rede. É onde passa a cidade inteira, de todas as regiões e faixas de renda, em poucos minutos.
Por que anunciar em DOOH em São Paulo
Em São Paulo, a atenção se espalha por muitos lugares ao longo do dia. A mídia digital out-of-home (telas em ruas, shoppings e estações) deixa você seguir esse caminho, bairro por bairro: - O mesmo público, várias vezes: o elevador do prédio de manhã, a estação no fim da tarde, o shopping no fim de semana. Repetir a mensagem nos lugares certos é o que faz uma marca ser lembrada. - Escala e precisão ao mesmo tempo: você pode cobrir a cidade inteira ou só os quarteirões em volta das suas lojas, sem pagar por telas que não servem ao seu objetivo. - Formatos que só existem aqui nessa escala: as telas de elevador em prédios residenciais e comerciais falam com um público que passa por elas todos os dias, em um momento sem distração. - Um plano, várias redes: a glooh reúne no mesmo plano telas da Eletromidia, da JCDecaux Brasil e da Clear Channel Brasil.
Os lugares estratégicos de São Paulo
Cada região de São Paulo tem o seu público e o seu horário. Alguns exemplos de onde vale a pena estar: - Corredores de escritórios (Paulista, Faria Lima, Berrini): elevadores e lobbies de prédios comerciais, para falar com profissionais em dias úteis. - Metrô e trens: estações como Sé, Luz, Paulista e Consolação, onde milhões de pessoas passam todos os dias úteis. - Shoppings: do Shopping Iguatemi ao Morumbi, para quem está a poucos passos de comprar. - Aeroportos: Guarulhos e Congonhas, para executivos em viagem e visitantes chegando à cidade.
Perguntas frequentes
- Dá para anunciar só em um bairro de São Paulo?
- Dá. Você escolhe as regiões que importam para você (a Faria Lima, os arredores de uma loja em Moema, uma linha do metrô) e o plano usa apenas as telas que estão ali. É assim que uma rede de lojas pode falar com cada bairro sem pagar pela cidade inteira.
- Posso programar uma campanha para a Virada Cultural, a SPFW ou o GP de Interlagos?
- Pode. A Virada Cultural, a São Paulo Fashion Week, o Carnaval de rua, o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos e a Corrida de São Silvestre concentram muita gente em lugares e datas que você conhece com antecedência. Você programa a campanha para esses dias e para as telas em volta dos locais do evento.
- Posso mudar a campanha depois que ela começar?
- Sim. Você pode trocar o criativo, programar mensagens diferentes por horário ou por dia da semana e ajustar os bairros conforme os resultados. Mostrar uma mensagem no café da manhã e outra na saída do trabalho é um bom uso da tela digital.
- Como acompanho os resultados em São Paulo?
- Você recebe o relatório da campanha: em quais telas ela passou, em que horários e quantas vezes. Para medir ações, você pode usar um QR code ou um link dedicado no criativo e comparar as vendas ou as visitas nas lojas das regiões cobertas com as que ficaram de fora.
- Quanto custa uma campanha de DOOH em São Paulo?
- Depende de quantas telas você usa, de quais regiões escolhe e de quanto tempo a campanha fica no ar. Uma campanha num único bairro e uma campanha na cidade inteira não têm nada a ver em orçamento. Fale com a equipe: em 20 minutos, mostramos as telas, o alcance e o preço para o seu caso.
- Qual a diferença entre DOOH e mídia exterior tradicional (OOH)?
- A mídia exterior tradicional (OOH) usa cartazes e painéis impressos, que ficam iguais durante toda a campanha. O DOOH usa telas digitais: você troca a mensagem quando quiser, programa por horário e reage a um evento ou a uma promoção sem reimprimir nada. Em São Paulo, onde o Cidade Limpa limita a publicidade na rua, as telas em elevadores, metrô e shoppings ganham ainda mais peso.
- Com quais redes a glooh trabalha em São Paulo?
- No Brasil, a glooh acessa o inventário da Eletromidia, da JCDecaux Brasil e da Clear Channel Brasil: telas em elevadores, metrô, shoppings, mobiliário urbano e aeroportos. Quais telas entram no seu plano depende dos bairros e do período escolhidos, e a equipe mostra a lista antes de você decidir.
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